Análise heurística do Sistema de Apoio UCPel (SAPU)

16 09 2008
1. Visibilidade do status do sistema

Verificação:

Os usuários são mantidos informados sobre o progresso do sistema com apropriado feedback em um tempo razoável?

Grau de severidade

Problema: Não há nenhum tipo de feedback sobre o progresso do sistema,  nem de suas atualizações.

( ) Sem importância - 0

( ) Cosmético - 1

( ) Simples - 2

( ) Grave - 3

(x) Catastrófico - 4

2. Compatibilidade entre o sistema e o mundo real

Verificação:

O sistema utiliza conceitos e linguagem familiar com o usuário em vez de termos orientados ao sistema?

O sistema utiliza convenções do mundo real, exibindo informações com uma ordem lógica e natural?

Grau de severidade

Problema: Não foi encontrado nenhum problema relativo à linguagem.

(x) Sem importância - 0

( ) Cosmético - 1

( ) Simples - 2

( ) Grave - 3

( ) Catastrófico - 4

3. Liberdade e controle do usuário

Verificação:

Os usuários podem fazer o que querem quando querem?

Grau de severidade

Problema: O menu existente no topo permite que em qualquer colocação no site seja possível acessar outro espaço.

(x) Sem importância - 0

( ) Cosmético - 1

( ) Simples - 2

( ) Grave - 3

( ) Catastrófico - 4

4. Consistência e padrões

Verificação:

O projeto de elementos como objetos e ações tem o mesmo significado ou efeito em diferentes situações?

Grau de severidade

Problema: A interface do SAPU dá o valor proporcional à importância do link.

(x) Sem importância - 0

( ) Cosmético - 1

( ) Simples - 2

( ) Grave - 3

( ) Catastrófico - 4

5. Prevenção contra erros

Verificação:

Os usuários podem cometer erros dos quais bons projetos poderiam prevenir?

Grau de severidade

Problema: O problema encontrado é o de um ‘clique’ em algum local errado, fato solucionado com a utilização do mesmo caminho.

( ) Sem importância - 0

( ) Cosmético - 1

(x) Simples - 2

( ) Grave - 3

( ) Catastrófico - 4

6. Reconhecimento em lugar de lembrança

Verificação:

Os elementos de projeto como objetos, ações e opções são possíveis? O usuário é forçado a relembrar informações de uma parte do sistema para outra?

Grau de severidade

Problema: Não é necessário utilizar de muita memória para navegar no sistema.

(x) Sem importância - 0

( ) Cosmético - 1

( ) Simples - 2

( ) Grave - 3

( ) Catastrófico - 4

7. Flexibilidade e eficiência de uso

Verificação:

As tarefas de usuário são eficientes e podem se adaptar ao gosto do usuário em suas ações mais freqüentes ou ele utiliza atalhos?

Grau de severidade

Problema: As ações são pré-pensadas. É possível apenas fazer o caminho pensado pelo idealizador.

( ) Sem importância - 0

( ) Cosmético - 1

( ) Simples - 2

(x) Grave - 3

( ) Catastrófico - 4

8. Projeto minimalista e estético

Verificação:

Os diálogos contém informações irrelevantes ou raramente necessárias?

Grau de severidade

Problema: Não há informações irrelevantes no sistema.

(x) Sem importância - 0

( ) Cosmético - 1

( ) Simples - 2

( ) Grave - 3

( ) Catastrófico - 4


9. Auxiliar os usuários a reconhecer, diagnosticar e recuperar-se de erros

Verificação:

As mensagens de erro são expressas em linguagem simples (sem códigos) descrevendo exatamente o problema e sugerindo uma solução?

Grau de severidade

Problema: As mensagens de erro são bem explícitas.

(x) Sem importância - 0

( ) Cosmético - 1

( ) Simples - 2

( ) Grave - 3

( ) Catastrófico - 4

10. Ajuda e documentação

Verificação:

São fornecidas apropriadas informações de ajuda, e estas informações são fáceis de procurar e de focalizar nas tarefas do usuário?

Grau de severidade

Problema: A nova versão do SAPU traz um novo conceito de ajuda, diferente da antiga. Há tutoriais em vídeo e um link de ajuda no canto da página.

(x) Sem importância - 0

( ) Cosmético - 1

( ) Simples - 2

( ) Grave - 3

( ) Catastrófico - 4





A força das colunas mais forte na internet – Atividade 8

16 09 2008

O jornalismo opinativo das colunas dos jornais impressos vem com força total para os blogs, inclusive dos próprios meios

O lançamento do portal zerohora.com, do grupo gaúcho RBS, trouxe para o veículo online de um dos diários mais tradicionais do Brasil uma antiga prática, já adotada há algum tempo pelas publicações como espaço de opinião dentro dos veículos: as colunas. Entretanto, o espaço para a opinião nas mídias eletrônicas não é uma coluna, mas sim um blog.

Os diários virtuais, que fazem parte de uma revolução na rede, à medida que permite que os usuários sem muitos conhecimentos de publicação eletrônica pudessem gerar conteúdo, foram sendo escolhidos naturalmente como o espaço para a opinião na web. Posts sobre a vida cotidiana, análises do que acontecia, aos poucos os próprios navegantes da web passaram a fazer esse tipo de jornalismo, instintivamente.

Dessa maneira, os próprios espaços do jornalismo opinativo tradicional foram migrando para as novas mídias. Um exemplo de tradicional colunista que agora tem seu blog é Paulo Santana. Além de escrever para seu espaço na versão impressa da Zero Hora, participar de programas da Rádio Gaúcha e comentar fatos do cotidiano e do esporte na RBS TV, o jornalista mantém seu blog atualizado com crônicas, análises e comentários.





Programa que inibe uso de tabaco na UCPel completa um ano – Atividade 7 [2]

12 09 2008

Há algum tempo não é possível sentir o cheiro característico de cigarro pelos corredores da Universidade Católica de Pelotas (UCPel). O responsável pela mudança do ares da instituição é o projeto UCPel Mais Saudável que completa um ano no próximo dia 25 de agosto.

O desejo de limpar a atmosfera do ambiente universitário vem de encontro a pesquisas que condenam o uso de tabaco. De acordo com o secretário-executivo do projeto, Sandro Maciel, “ainda há muito o que ser feito, mas já temos visto bons resultados e a designação tem sido cumprida”.

A campanha foi iniciada com uma conscientização da comunidade, através de uma campanha publicitária organizada pela agência experimental de publicidade da UCPel, a Agente. Desde o início do ano letivo de 2008, o uso de cigarros e similares é proibido dentro dos prédios da universidade e nem mesmo os conhecidos “fumódromos” foram demarcados para inibir o vício.

Para marcar a data, a UCPel organizou uma programação para a chamada “Semana UCPel Mais Saudável – Um ano em ação”, que inclui Missa, palestras e concurso de redações. A programação completa pode ser conferida no site http://www.ucpel.tche.br/maissaudavel/.





UCPel Mais Saudável – Atividade 7 [1]

12 09 2008

Release

CAMPANHA UCPel MAIS SAUDÁVEL COMPLETA UM ANO
Balanço é positivo, segundo membros da comissão

A iniciativa partiu de um desejo de transformar o ambiente universitário mais salutar àqueles que o freqüentam. Hoje o projeto UCPel Mais Saudável, que proibiu o uso de cigarro e similares nos ambientes fechados da universidade, completa um ano e o balanço é positivo, de acordo com a equipe responsável pelo projeto.

O projeto foi iniciado com uma campanha de conscientização, através de cartazes, espalhados pelos prédios e dependências da UCPel, e de spots de TV e rádio, veiculados pelos veículos da instituição. A campanha foi idealizada pela agência experimental de publicidade Agente UCPel.

Desde o início do ano letivo de 2008, o uso de tabaco nas dependências da UCPel foi proibido. Para coibir o vício, nem os conhecidos “fumódromos” foram criados. Na opinião do secretário-executivo do projeto, Sandro Maciel, “ainda há muito o que ser feito, mas já temos visto bons resultados e a designação tem sido cumprida”.

A universidade prepara uma programação especial para marcar o aniversário de um ano do projeto. Confira:

DIA 25/08 – SEGUNDA
08:30 – Celebração Eucarística (Capela Prédio Central)
09:30 – Pronunciamento do Coordenador do Programa com Lançamento da “SEMANA UCPEL MAIS SAUDÁVEL – Um ano em ação.”
- Lançamento Site UCPEL MAIS SAUDÁVEL
- Lançamento do Concurso de Redação – Escola Nª Sª da Luz
- Vídeo da Campanha
- Apresentação Musical – Maurício Nunes
15:30 – CETRES – Ginástica
20:30 – Apresentação Grupo de Teatro

DIA 26/08 – TERÇA
14:00 – Chico em Ação

DIA 27/08 – QUARTA
14:00 – Palestra
15:30 – CETRES – Dança

DIA 28/08 – QUINTA
14:00 – Atividade com a LASCO
18:30 – Apresentação Musical – Daniela Brizolara & Sandro Maciel

DIA 29/08 – SEXTA
14:00 – Atividade com a Prefeitura Municipal
14:00 – II Fórum Multiprofissional para a promoção de ambientes livres da fumaça do cigarro
15:30 – Leitura e Premiação das Redações

Para mais informações, acesse http://www.ucpel.tche.br/maissaudavel/.

Thiago Araújo
Assessoria de Comunicação Social
Universidade Católica de Pelotas
thiago@ucpel.tche.br – (53) 2128.8000





Na companhia do Minuano – Atividade 6

26 08 2008


O jeito de ser gaúcho foi traduzido em diversos poemas, ao longo dos anos. Diversos músicos trouxeram para as melodias campeiras as histórias, os anseios e o perfil dos moradores dos pagos do sul.

Porém foram poucos autores que conseguiram traduzir nos textos da prosa aquele povo que é admirado Brasil afora, mesmo que secretamente. O talento desse homem, nascido em Passo Fundo, terra que, de acordo com a tradição do estado, é a origem do mais gaúcho dos gaúchos, fez com que a alma dos gaúchos fosse trazido para as palavras. Talvez essa origem passofundense o fizesse ver com profundidade a alma desse povo heróico e guerreiro, que se orgulha não da conquista, mas sim da luta.

Na sua trilogia literária, um dos livros mais importantes da história da literatura brasileira, esse gaúcho trouxe a grandeza dos gaúchos para as prateleiras de leitores do Brasil e do mundo. Descrevendo a formação de uma vila no planalto médio, descreveu a formação de uma nação feita em estado.

O Tempo e o Vento traz na suas entrelinhas o orgulho de ser gaúcho, mas também uma crítica a esse povo. Mostra como o tempo e o vento, nossos companheiros constantes, para nós, também moradores desses pagos, fazem parte da nossa vida e da nossa personalidade. Além disso tudo, mostra o papel da mulher, que assim como retratada em outras obras que tratam da nossa gente, é forte, espera, sempre ouvindo o passar o tempo e o passar do vento.





A manobra dos patrões e a reação dos empregados – Atividade 5 [3]

26 08 2008

por Thiago Araújo

O que está por trás de um simples recurso extraordinário existente na mesa dos meretíssimos ministros do STF?

Alguns podem dizer que é apenas uma simples obtenção de registro profissional.
Outros podem dizer ainda que é uma manobra para desregulamentar inteiramente uma profissão.

Mas o que é facilmente visto é a mobilização de um sindicato patronal pela desqualificação dos serviços prestados à sociedade. A ação da consultora de moda Mariza de Toledo em busca do seu “MTb”, apoiada pelas empresas de Rádio e TV do estado de São Paulo, que concentram as grandes emissoras de radiodifusão do Brasil, pode resultar no retrocesso a uma data em 1963, quando os jornalistas brasileiros conquistaram a necessidade da formação profissional da classe.

A necessidade do diploma se traduz na discussão acadêmica das práticas profissionais; de jornalistas que não saem de uma indústria técnica, que apenas os ensina o lidezão e algumas maneiras de empostação de voz para rádio e postura para TV. Os estudantes que buscam as universidades atrás de um curso superior não querem apenas um curso profissionalizante, mas sim uma discussão daquela que será sua atividade por no mínimo 30 anos do seu futuro e que acompanha a sociedade no seu dia-a-dia, dentro das informações que o cidadão recebe nos seus jornais, rádios, TVs, computadores.

Não é à toa que centenas, milhares de estudantes e profissionais saem as ruas nas semanas de luta de defesa do diploma, afinal não é apenas a profissão deles que está em risco, é a qualidade da informação que chega às casas de todos os brasileiros. É uma boa oportunidade também para essa sociedade que recebe passivamente todo o tipo de informação, por todos os lados da sua vida, repensar e passar a olhar com um filtro crítico tudo aquilo que é colocado à sua frente como verdade.





Jornalistas voltam a lutar pela formação – Atividade 5 [2]

26 08 2008

A classe dos jornalistas novamente entra na luta pela obrigatoriedade da formação universitária na área. Um recurso extraordinário, movido pelas empresas de Rádio e TV do estado de São Paulo, busca reverter o artigo da Lei de Imprensa que regulamenta a profissão.

Os protestos intensificaram-se na semana de 11 a 17 de agosto, quando jornalistas e estudantes uniram-se em protestos em todo o Brasil. Entidades como a Federação dos Jornalistas (FENAJ) e os sindicatos regionais apoiaram as iniciativas.

Estopim
A mobilização dos profissionais é resposta ao recurso extraordinário, prestes a ser julgado pelo Supremo Tribunal Federal. Movida por uma consultora de moda que desejava ser obter registro de jornalista, a ação busca deixar desnecessário o curso superior de jornalismo para exercício da profissão, pré-requisito conquistado com a Lei de Imprensa, de 1963.





STF está prestes a julgar recurso que desregulamenta profissão de jornalista – Atividade 5 [1]

26 08 2008

O Supremo Tribunal Federal (STF) julga nesta semana um Recurso Extraordinário que, se aprovado, permite que a profissão de jornalista seja exercida por pessoas sem a formação com curso superior na área. O pedido foi feito pelo Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão do estado de São Paulo, que reúne algumas das maiores empresas de comunicação do Brasil.

O processo foi iniciado pela consultora de moda Mariza de Toledo, que não contente em publicar uma coluna em um jornal como colaboradora, gostaria de ser reconhecida como jornalista pelo Ministério do Trabalho, fato que não é possível na legislação brasileira. O exercício da profissão de jornalista é restrito aos portadores de título superior na área.

Entidades representativas da área, como os sindicatos locais de jornalistas e a Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ), além dos estudantes do curso, organizam mobilizações em diversos locais do Brasil, protestando contra a possível decisão favorável à desregulamentação da profissão. Os protestos foram concentrados na chamada “Semana Nacional de Luta”, que aconteceu de 11 a 17 de agosto.





Alunos do Jornalismo da UCPel preparam protesto contra fim do diploma – Atividade 4

15 08 2008


Alunos do curso de Jornalismo da Universidade Católica de Pelotas preparam protesto contra adesregulamentação da profissão de jornalista. O recurso, prestes a ser votado pelo Supremo Tribunal Federal, se aprovado, tirará a necessidade de diploma de curso superior na área para a prática do jornalismo. O protesto acontece na próxima quarta-feira (13), no calçadão da rua Andrade Neves, em Pelotas.

O protesto do futuros jornalistas será feito em forma de caminhada. Munidos de faixas, apitos e faixas, os estudantes distribuirão “diplomas” para as pessoas que transitarem próximos à mobilização, dizendo, de acordo com a presidente do Diretório Acadêmico do curso, Reizel Cardoso, “qualquer pessoa pode ser jornalista, sem o diploma”. Após o ato, os alunos irão até o Fórum da comarca de Pelotas entregar um abaixo-assinado contra o recurso.

A mobilização dos estudantes entra em consoância com os demais protestos no resto do Brasil, que serão realizados no mesmo dia. Já em 2005, a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) enviou carta à sociedade brasileira, defendendo a necessidade do diploma para exercício da profissão. O recurso extraordinário foi pedido pelo Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão do estado de São Paulo, que reúne várias das maiores empresas de comunicação do Brasil.





Um Big Brother sem mp3 e DivX – Atividade 3 [3]

15 08 2008

Uma possível mordaça eletrônica paira como fantasma sobre os usuários brasileiros

por Thiago Araújo

A internet brasileira nunca será a mesma se for aprovado o projeto de lei do senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG), que tipifica os crimes na rede. Assistir a uma série junto com o seu lançamento nos EUA, fazendo um download através de torrents? Acho que não. Baixar uma musiquinha? Nem pensar. Todas essas atividades corriqueiras na vida de quem vive na rede estarão condenadas, afinal elas são trocas de informações sem consentimento do dono dos direitos autorais.

- Projeto de lei que cria cibercrimes é aprovado no Senado
- Blogueiros e usuários de internet protestam contra lei dos cibercrimes

Agora transformar a sua vida em um Big Brother virtual? Ah, isso sim será possível. Os provedor de acesso serão obrigados a guardar em seus bancos de dados todos os acessos dos internautas do Brasil inteiro. Todas as informações de quem-acessou-o-quê-de-tal-lugar serão armazenadas para um possível uso judicial. Claro que não se sabe se ninguém mais terá acesso, mediante a um pequeno valor, para saber de todos os seus hábitos de visita na internet.

Claro que crimes como estelionato virtual, disseminação de vírus e práticas hacker serão tipificadas como crime. Pelo menos, na teoria, estaremos livres de códigos maliciosos invadindo os nossos ambientes virtuais. Alguns avanços (teóricos) dentro de um grande retrocesso.