Forças da noticiabilidade

3 11 2008

Itaú e Unibanco anunciam fusão e criam maior grupo financeiro do Hemisfério Sul

Há duas grandes forças presentes na notícia: a social e a histórica.

A partir da fusão dos dois bancos, será criado um grande conglomerado financeiro. Nunca na história do Brasil, um banco figurará entre os 20 maiores do mundo. Daí a importância do fator histórico da notícia. O ineditismo presente no fato de duas das maiores instituições brasileiras estarem juntas a partir de agora, colocando-a frente ao maior banco durante toda a história do país, o Banco do Brasil, também traz mais um empurrão histórico para a matéria.

Já a força social surge dos possíveis efeitos que a tal fusão trará para o cidadão comum. Aumento de taxas, menos concorrência entre os bancos, fatores que podem colocar os clientes das instituições em um momento de incerteza. E não são poucas as pessoas que têm conta e aplicações no Itaú e no Unibanco.

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Embora a Teoria do Gatekeeper possa dominar as rotinas produtivas das redações de jornalismo impresso, o terreno infinito da internet permite que as notícias possam ser publicadas à medida que aconteça. O destaque para esta ou aquela informação vem pela Teoria das Forças, que assume na internet um papel maior do qual tinha nos jornais, à primeira vista. Entretanto, as notícias que mais possam interessar o conglomerado responsável pelo portal jornalístico ainda assumem um local de destaque. Mas com o surgimento das ferramentas open-source, as notícias passam a ser mais importantes de acordo com as forças que estão presentes em si.





Orkut exclui perfis políticos

3 11 2008

Candidatos a prefeito e vereador dos municípios brasileiros perderam um grande aliado na sua campanha. Não, nenhum conchavo político os prejudicou. Apenas a arcaica lei eleitoral brasileira, que preza pela igualdade de oportunidades na campanha. Graças a ela, os concorrentes têm limitadas utilizações dos espaços online para expor suas propostas e ganhar alguns votos.

A rede social mais popular entre os brasileiros, para evitar possíveis envolvimentos judiciais, restringiu condutas aos seus usuários. Em seu blog oficial, o Orkut publicou proibições como propaganda direta no perfil, considerada “um convite para votar no candidato”.

Perfis chegaram a ser excluídos da rede por causa de denúncias de usuários. Os problemas mais freqüentes foram dos próprios candidatos, que utilizaram sua página pessoal como seu veículo online. A lei eleitoral permite apenas sites registrados no TRE e com domínio “.can.br”, ou seja, de concorrentes ao pleito.





Análise das postagens

16 09 2008

As primeiras postagens do blog ainda não respeitavam os preceitos da escaneabilidade, tais como a utilização de links, imagens e recursos que facilitem a leitura. À medida que novos conteúdos eram ministrados na disciplina, as novas atividades ganhavam em qualidade. Entretanto, é possível que alguns posts ainda não estejam ideais nessa questão, até por próprias dificuldades no domínio do sistema do blog.





STF está prestes a julgar recurso que desregulamenta profissão de jornalista – Atividade 5 [1]

26 08 2008

O Supremo Tribunal Federal (STF) julga nesta semana um Recurso Extraordinário que, se aprovado, permite que a profissão de jornalista seja exercida por pessoas sem a formação com curso superior na área. O pedido foi feito pelo Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão do estado de São Paulo, que reúne algumas das maiores empresas de comunicação do Brasil.

O processo foi iniciado pela consultora de moda Mariza de Toledo, que não contente em publicar uma coluna em um jornal como colaboradora, gostaria de ser reconhecida como jornalista pelo Ministério do Trabalho, fato que não é possível na legislação brasileira. O exercício da profissão de jornalista é restrito aos portadores de título superior na área.

Entidades representativas da área, como os sindicatos locais de jornalistas e a Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ), além dos estudantes do curso, organizam mobilizações em diversos locais do Brasil, protestando contra a possível decisão favorável à desregulamentação da profissão. Os protestos foram concentrados na chamada “Semana Nacional de Luta”, que aconteceu de 11 a 17 de agosto.





Alunos do Jornalismo da UCPel preparam protesto contra fim do diploma – Atividade 4

15 08 2008


Alunos do curso de Jornalismo da Universidade Católica de Pelotas preparam protesto contra adesregulamentação da profissão de jornalista. O recurso, prestes a ser votado pelo Supremo Tribunal Federal, se aprovado, tirará a necessidade de diploma de curso superior na área para a prática do jornalismo. O protesto acontece na próxima quarta-feira (13), no calçadão da rua Andrade Neves, em Pelotas.

O protesto do futuros jornalistas será feito em forma de caminhada. Munidos de faixas, apitos e faixas, os estudantes distribuirão “diplomas” para as pessoas que transitarem próximos à mobilização, dizendo, de acordo com a presidente do Diretório Acadêmico do curso, Reizel Cardoso, “qualquer pessoa pode ser jornalista, sem o diploma”. Após o ato, os alunos irão até o Fórum da comarca de Pelotas entregar um abaixo-assinado contra o recurso.

A mobilização dos estudantes entra em consoância com os demais protestos no resto do Brasil, que serão realizados no mesmo dia. Já em 2005, a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) enviou carta à sociedade brasileira, defendendo a necessidade do diploma para exercício da profissão. O recurso extraordinário foi pedido pelo Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão do estado de São Paulo, que reúne várias das maiores empresas de comunicação do Brasil.





Um Big Brother sem mp3 e DivX – Atividade 3 [3]

15 08 2008

Uma possível mordaça eletrônica paira como fantasma sobre os usuários brasileiros

por Thiago Araújo

A internet brasileira nunca será a mesma se for aprovado o projeto de lei do senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG), que tipifica os crimes na rede. Assistir a uma série junto com o seu lançamento nos EUA, fazendo um download através de torrents? Acho que não. Baixar uma musiquinha? Nem pensar. Todas essas atividades corriqueiras na vida de quem vive na rede estarão condenadas, afinal elas são trocas de informações sem consentimento do dono dos direitos autorais.

- Projeto de lei que cria cibercrimes é aprovado no Senado
- Blogueiros e usuários de internet protestam contra lei dos cibercrimes

Agora transformar a sua vida em um Big Brother virtual? Ah, isso sim será possível. Os provedor de acesso serão obrigados a guardar em seus bancos de dados todos os acessos dos internautas do Brasil inteiro. Todas as informações de quem-acessou-o-quê-de-tal-lugar serão armazenadas para um possível uso judicial. Claro que não se sabe se ninguém mais terá acesso, mediante a um pequeno valor, para saber de todos os seus hábitos de visita na internet.

Claro que crimes como estelionato virtual, disseminação de vírus e práticas hacker serão tipificadas como crime. Pelo menos, na teoria, estaremos livres de códigos maliciosos invadindo os nossos ambientes virtuais. Alguns avanços (teóricos) dentro de um grande retrocesso.





Blogueiros e usuários protestam contra lei dos cibercrimes – Atividade 3 [2]

15 08 2008

Uma série de protestos mobilizou os blogueiros e usuários mais assíduos da rede. São mais de 36 mil postagens referentes ao polêmico projeto de lei do senador Eduardo Azeredo que tipifica e prevê punições para diversos cibercrimes. Embora a iniciativa possa parecer louvável, a matéria pede o armazenamento dos acessos dos usuários, criando uma espécie de “Big Brother” virtual.

- Projeto de lei que cria cibercrimes é aprovado no Senado
- Artigo: “Um Big Brother sem mp3 e DivX”

Embora traga avanços na área de tipificação de crimes como a distribuição de vírus, estelionato virtual e acesso a conteúdos de pedofilia, a possível lei também fará irregular a troca de informaçõesAgência Estado protegidas por direitos autorais. Na prática, isso tornaria crime práticas como o download de músicas e vídeos, comum entre os usuários de internet.

O PLC 89/2003 vem sendo chamado de AI-5 virtual, referência ao ato institucional do regime militar no Brasil que deu plenos poderes aos militares no poder. De acordo com a professora Raquel Recuero pesquisadora da Universidade Católica de Pelotas na área de comunicação pela internet, em seu blog, a abertura de vários dos tipos de crimes da nova lei poderiam levar a interpretações equivocadas e potencialmente danosas para o cidadão comum.

Os protestos seguem através de selos nos sites e blogs e também em um abaixo assinado virtual contra o projeto, que já conta com mais de 100 mil assinaturas.





Projeto de lei que cria cibercrimes é aprovado no Senado – Atividade 3 [1]

15 08 2008

Um projeto de lei criado pelo senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG), reunindo propostas de três outros que estipulavam vários crimes a serem cometidos na internet, foi aprovado ontem pelo Senado Federal.

- Blogueiros e usuários da internet protestam contra lei dos cibercrimes
- Artigo: “Um Big Brother sem mp3 e DivX”

Entre as práticas que podem ser consideradas crimes estão a pedofilia e estelionato virtual. Condutas difusão de código malicioso (vírus e similares), falsificação de dados, discriminação e invasão de sistemas também serão punidas. A pena máxima para os crimes é de 4 anos de prisão.

O PLC 89/2003 toca ainda em vários pontos que desagradam os usuários da internet, como o compartilhamento de arquivos protegidos por direitos autorais, como por exemplos softwares, vídeos e músicas.

Outro ponto polêmico criado pelo projeto é o do armazenamento das informações dos usuários, a ser feito pelos provedores de acesso à internet. Todos os acessos, o endereço de IP (número que identifica cada computador), o endereço e o horário em que foram feitos, serão guardados por um prazo de três anos.

Aprovada no Senado, a matéria passa agora para votação na Câmara dos Deputados.





Comunicação Social da UCPel prepara evento internacional – Atividade 2

7 08 2008


O curso de Comunicação Social da Universidade Católica de Pelotas (UCPel) traz para Pelotas, em novembro, um dos maiores eventos da área no Brasil, o Colóquio Internacional de Comunicação para Desenvolvimento Regional (Regiocom), que chega a sua 13ª edição em 2008. O evento faz parte das comemorações dos 50 anos do curso de Jornalismo da Universidade.

O Regiocom 2008 trará como temática principal a comunicação na região do Mercosul, trazendo em seus painéis e grupos temáticos assuntos relevantes ao tema, como a aplicação das novas tecnologias da informação nas mídias. Serão três dias de evento, de 12 a 14 de novembro, em diversos locais da Universidade Católica de Pelotas.

Para o professor Antônio Heberlê, coordenador regional do evento e professor do curso, o evento servirá para os estudantes entrarem em contato com os teóricos que estudam em sala de aula: “Um grande enriquecimento intelectual”, diz.

Comunicação Regional
O Regiocom é um congresso organizado anualmente pela Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom), em parceria com a Cátedra Unesco/Metodista de Comunicação para o Desenvolvimento Regional. Realizado a cada ano em um local diferente do Brasil, o Regiocom procura abordar temas que ajudem a desenvolver uma cultura regional na área de comunicação.

Links externos:
Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação
Cátedra Unesco/Metodista de Comunicação para Desenvolvimento Regional
Programação preliminar do evento





Atividade 1 [2]

25 07 2008

Jornal em fase transpositiva:

Diário Popular (Pelotas, RS)

As matérias do jornal, não todas, são simplesmente colocadas na versão online do jornal. Não há, ainda, nenhum tipo de foto, imagem ou vídeo para ilustrar o texto.

Jornal em fase metáfora:

Jornal Nacional (TV Globo)

Ao analisar o texto da matéria, é possível perceber que é o texto do off da reportagem digitado. Entretanto, a página faz uso da convergência das mídias ao colocar o vídeo da matéria.

Webjornal:

Folha Online

Tem matérias escritas exclusivamente para o meio online, inclusive mais curtas, às vezes fornecendo o link para que o leitor (apenas o assinante) possa ler a versão do jornal impresso. Tem diversas das caractéristicas do webjornalismo, como hipertextualidade, memória e velocidade.