
Uma jovem em consulta ao seu ginecologista noticia um tremor de terra em Los Angeles através de seu celular. Situações como esta eram impensáveis até poucos anos atrás. Entretanto, novas tecnologias de informação permitem que usuários possam postar remotamente conteúdos, através de dispositivos com algum acesso à rede.
O caso da californiana Fulaninha de Tal, que alertou o mundo sobre o terremoto através de seu microblog no Twitter, mostram que a ubiqüidade trazida pelos equipamentos que dispõe de internet podem fazer mais uma revolução no jornalismo para os próximos anos. A descoberta de água em Marte também foi noticiada em seguida pelo perfil do robô da Nasa nas terras extraterrestres.
Os microblogs, que permitem atualizações de apenas 140 caracteres, já inspiram as empresas de tecnologia a procurarem seus novos usos. Idéias em estudo, como a do Internet Group (IG), buscam desenvolver um mecanismo de informação do trânsito através de postagens no Twitter.
Realmente, a ferramenta é a mais utilizada pelo jornalismo. Diversas empresas jornalísticas, como a BBC, já mantém perfis no Twitter, alimentando os usuários que o seguem com as últimas manchetes, mantendo uma rede de informação dentro do próprio microblog.